sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Ele olhou ao redor. Chovia amores por todo lado, porém ele pôde reparar que os 'amores' se espatifavam ao chegar no chão, como se fossem apenas porcelana, fraca, sem vida, passageira.
Não aguentou, seu estômago revirou e uma ansia o atormentou. Estava enojado com tanta desvalorização.
Refletiu por um momento; "como algo tão complexo pode ser destribuido assim, como se fosse nada?, será possível que as pessoas agora confudem uma amizade com um grande 'te amo para sempre'?.. aonde chegaria tanta ignorância?".
Não achava ruim de modo algum se sentir amado, mas ouvir a palavra "amor" sair da boca de qualquer um o deixava extremamente nervoso, considerando que ele não poderia retribuir tal sentimento tão facilmente.
Ele preferia apenas.. preservar, somar, multiplicar o sentimento já existente sobre aqueles que realmente amava do que o destribuir poraí e acabar ficar devendo a muitos...
A chuva continuou, ele abriu o guarda-chuva e tentou ao máximo se proteger..."

Tantas coisas para serem sentidas,ouvidas,vividas!Que as vezes me perco..
ps:me encontro perdida.

3 comentários:

  1. também adorei!!Gostaria d saber a autoria do mesmo...
    Se puder me manda resposta, pois pesquisei e ñ achei
    Lindo espaço... parabéns!

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